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Quais são as tendências no agronegócio pós COVID-19?

Hoje, o setor é o menos afetado pela pandemia, representando 25% do PIB brasileiro, sendo favorecido inclusive com os preços altos das commodities e do dólar em suas exportações. 

Uma vantagem do Brasil, é o de ser autossuficiente em muitas cadeias produtivas como café, açúcar, soja, proteína animal, milho, citrus, papel e celulose, se favorecendo do fato de que internacionalmente, houve um aumento considerável no valor destes produtos.

Outra oportunidade é com a expansão em outros segmentos, uma vez que somos o 3o maior produtor mundial de frutas e exportamos apenas cerca de 3% do que produzimos. 

Para os produtores de álcool o etanol deverá ganhar visibilidade na medida em que os combustíveis fósseis estão em queda em seu protagonismo. Para tal, é necessário que os produtores que invistam desde já no volume e quantidades de reservatórios para armazenar o estoque, a fim de vender em massa após pandemia. Nós, do escritório Luiz Carlos D. Bittencourt Advogados Associados, seguiremos compartilhando informações importantes durante este período, alertando sobre possíveis mudanças, leis e impactos na economia relacionados ao COVID-19.

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